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Teste para Backstage – Felipe Louro Figueira

Retirado do site da revista Backstage (http://www.backstage.com.br/newsite/ed_ant/vitrine_155.asp).

Entrevistado:

Felipe Louro Figueira

Backstage - Felipe Louro Figueira

Backstage – Felipe Louro Figueira

 

 

 

 

Equipamentos / Leitura Dinâmica

Amplificador Studio R XD
Por Karyne Lins

O Studio R XD é um amplificador classe AB puro de alta polarização e esta descrição é o que o torna extremamente especial. Segundo o fabricante, seu principal diferencial é a qualidade sonora, muito acima do usual para amplificadores de 3.600 watts RMS.

Analisando algumas de suas principais características, o XD tem d istorção de 0,008% (até 10x menor distorção que similares na categoria em qualquer classe de operação). Em relação ao fator de amortecimento, possui >2.000 @ 40Hz e >800 até 10.000 kHz (inédito nesta faixa de freqüência) e Slew Rate de 35V/uS sem filtro.
Isso tudo garante uma fidelidade até então não conseguida em amplificadores desta potência, principalmente na faixa e agudos. Para quem já testou, o equipamento é perfeito para sistemas full-range, line-arrays e drivers de altíssimo desempenho.
Apesar da alta potência e da capacidade de suportar sinais senoidais contínuos em até 1,3 ohms, o amplificador pesa apenas 14kg e possui somente 2U rack!

O fabricante chama atenção inclusive para um detalhe : as medições de potência real e contínua são aferidas segundo a norma original e oficial EIA-RS490. As medições na “versão EIA 33/66” servem apenas para referência, curiosidade e comparação com amplificadores que usam esse método não normatizado de medição, mas chegam a apresentar potências de 4.000 watts e consumo de apenas 10,8A para o mesmo aparelho.

Especificações técnicas

O Filtro High-Pass programável permite aproveitamento total dos alto-falantes ou drivers e por possuir fonte superdimensionada garante funcionamento constante mesmo em redes com tensão altamente variável, além de proporcionar graves potentes e precisos mesmo com cargas de baixa impedância.

O Dynamic Cooler (DCCS) é um sistema de contato total entre dissipador e transistores, aumentando em 60% a eficiência da refrigeração em relação aos sistemas convencionais. Opto-limitadores variáveis Inteligentes são limitadores de acoplamento ótico (muito mais precisos e silenciosos) de ajuste automático conforme variações da rede elétrica, assim, nunca permite que distorções nocivas cheguem aos drivers, evitando danos aos mesmos em qualquer situação.

Com o disjuntor de acionamento magnético, ele elimina a necessidade de fusíveis de linha e o sistema total de proteção vem com um referenciador ideal de corrente zero, acionamento silencioso Soft-Start e proteção contra curto, sobrecarga, DC, transientes, cargas reativas ou descasadas, ultra-som, rádio freqüência, ou superaquecimento.

Em relação aos drivers, o suporte é para até quatro drivers por canal, um sistema 4×4 que permite funcionamento perfeito e otimizado em até 1,3 ohms, sem problemas de distorção, queda de potência ou superaquecimento verificados em amplificadores de 2 ohms nestas condições.

O fabricante oferece garantia total de três anos proporcionada pela minuciosa seleção de componentes e exaustivos testes como o Burn In em fábrica Studio R , que submete cada aparelho a três ciclos de três horas com carga total em estufas de alta temperatura, com intervalos de resfriamento seguidos de novo ciclo de aquecimento.

Caracteristicas

Ruído: melhor que 103 dBA em relação a potência máxima

Sensibilidade: 0,775V ou 1,5VRMS (DS) selecionável p/ a potência nominal

Rejeição de sinal modo comum na entrada (CMRR): melhor que -85 dB @ 1 kHz

Resposta de freqüência: 20 Hz à 20 KHz, +/- 0,5 dB programável

Impedância de entrada: 10 Kohms balanceado

Controles traseiros: chave estéreo/paralelo, ajustes rotativos de atenuação do sinal de entrada e chave de força.

Indicadores: e nergia: um LED azul, sinal: dois LEDS verdes, processamento: dois LEDS azuis

Conectores: entradas e saídas de linha: 2 conectores XLR fêmea e 2 conectores P10 fêmea balanceados. Barra de ligação para chassis e comum flutuante. falantes: 2 pares de bornes de 1/4′ e Speakon

Refrigeração: duto de alumínio com dupla ventilação forçada

Proteção: Soft-Clip, Soft-Start, saída em curto ou aberto, rádio freqüência, cargas reativas ou descasadas, ultra-som e sobresinal de entrada. Sensores térmicos independentes para cada canal.

Proteção para cargas: liga/desliga silencioso, DC na saída, Auto-Mute

Circuito de saída: linear complementar, Soft-Clip

Alimentação: 220 V AC (ou 120 V sob encomenda)

Consumo exato: 1.55 vezes a potência de saída utilizada

Dimensões: altura x largura x profundidade 88x483x320mm (370 com suporte)

Fator de amortecimento: maior que 2.000 a 8 ohms @ 40 Hz

Peso / potência nominal e consumo máximo: 0,02%, 2ohms / 0,015%, 4ohms / 0,008%, 8ohms

Classificação: Classe AB especial, menor ou igual a 0,025% e maior que 800 até 10 kHz

Distorção harmônica: 1 KHz @ 1/2 da potência nominal

Opinião de quem usa a Série X:

Mais especificamente sobre o XD, foi feita até uma comparação entre estes e os mais conceituados amplificadores internacionais no quesito fidelidade pela empresa AS Eventos do Rio. Felipe Louro, responsável técnico da empresa declarou que recebeu diretamente da Studio R um amplificador XD.

“Os testes realizados foram somente de timbre e o sistema usado foi um sistema de line array JBL original (quatro caixas JBL VRX932LA + duas caixas JBL VRX928S por lado), o que faz com que o teste seja mais claro e com menos chances de erro. A potência também me impressionou! Andei testando em meus monitores e pude perceber que possui um grave muito gostoso também”, disse Felipe, que levou em consideração na aquisição do amplificador preço, qualidade e desempenho em um único aparelho.

O desempenho do XD em shows que a empresa fez nos últimos meses tanto para P.A. como monitor, segundo a AS Eventos foi excelente e com resultados positivos. “Isso mostra que a Studio R cresceu e evoluiu. Na minha opinião, temos agora um produto nacional com 100% de características gringas”.

Para saber mais

Felipe Louro Figueira – Postos, artigo final

Felipe Louro Figueira - Dispenser

Felipe Louro Figueira – Dispenser

 

 

 

 

 

Felipe Louro Figueira – Considerações Finais

Procurei demonstrar a grande importância que se deve atribuir aos impactos ambientais potenciais causados por postos de combustíveis, visto que apenas demonstramos algumas informações de boa importância quanto aos impactos ambientais gerados, pois estas são áreas que envolvem fatores diversificados. Foram mostradas as questões ambientais deste setor, como causa nociva ao ambiente e à população como um todo, que devem ser tratados com responsabilidade e cuidados importantes, iniciados principalmente pela fiscalização dos órgãos ambientais competentes.  Mas principalmente eu, Felipe Louro Figueira, destacaquei que a adequação ambiental em postos de revenda de combustíveis, que precisem de todas as licenças necessárias para seu funcionamento, deve partir primeiramente do dono do estabelecimento e se possível, com apoio das bandeiras. As vistorias técnicas do órgão competente, complementam, trazendo exigências que visem preservação do meio ambiente, e tudo que o cerca, mas também para evitar danos e prejuízos, com conhecimento prévio de possíveis falhas tanto da parte humana, quanto mecânico.

Referencias Bibliográficas de Felipe Louro Figueira

ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICA. NBR 13.786: Posto de serviço – Seleção dos equipamentos para sistemas para instalações subterrâneas de combustíveis. Rio de Janeiro – RJ, 2005.

ANDRADE, R. O. B.  et al.  Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado. São Paulo: Makron Books, 2000.

ANTUNES, P. B.,  Direito Ambiental. 6ª ed. Rio de Janeiro: Editora Lúmen Júris, 2002.

BARROS, P. E. O.;  Diagnóstico Ambiental para Postos de Abastecimento de Combustíveis – DAPAC. Tese de Mestrado, Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar – CTTMAR, 2006.

GOMES, P. L.;  et .al.; Aspectos e Impactos no descarte de óleos lubrificantes: o caso das oficinas. IV Congresso Nacional de Excelência em Gestão, Niterói – RJ, 31 de julho a 02 de agosto de 2008.

FERREIRA, A. C. S.; Contabilidade Ambiental: uma informação para o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atlas, 2003.

LEI Nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto nº 99.274, de 6 de julho de 1990.

LEI Nº 9478, de 6 de agosto de 1997.

LEI Nº 9847, de 26 de outubro de 1999.

LOWE, E A.; WARREN, J L; MORAN, S R; et .al.; Discovering Industrial Ecology: An Executive Briefing and Sourcebook. Columbus: Battelle Press, 1997.

MASCARENHAS, F. A. B.; A proteção Ambiental nas atividades de distribuição e revenda de combustíveis. Pensar, Fortaleza, v.9, nº9, p. 54-70, fev. 2004.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO,  Educação Profissional – Referências Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico. Área Profissional de Meio Ambiente. Brasília, 2000.

www.abnt.com.br

www.crea-rj.org.br

Por: Felipe Louro Figueira (www.felipelourofigueira.com.br)
CREA-RJ: 2014109133

Felipe Louro Figueira – Dicas de Audio

Felipe Louro Figueira – Dicas de Audio

Fonte: Felipe Louro Figueira

Fonte: Felipe Louro Figueira

 

O áudio é elemento fundamental para uma gravação de sucesso, por isso devemos ser atenciosos no momento da captação.

 

 

01- Use um microfone externo.

02- Ajuste a distancia correta do microfone do objetivo.

03- Monitore tudo com fones de ouvido durante a gravação.

04- Cuidado com os movimentos das mãos com a filmadora, se for adequado utilize um bom tripé.

05- Em entrevista de rua use um microfone de mão, evite o da filmadora.

06- Use um microfone de lapela para gravações em estúdio.

07- Para locais movimentados prefira microfone sem fio.

08- Visite os locais de locação para evitar surpresas.

09- Proteja o cabo do microfone durante a gravação.

10- Evite cabos longos para minimizar interferências.

Hoje em dia, com o advento dos home studios, a procura de placas de som profissionais ou não, aumentou consideravelmente. Cada placa tem uma interminável lista de características que deixam qualquer usuário confuso na hora da escolha.
Para Felipe Louro Figueira, em primeiro lugar você deve definir três pontos principais:

  1. Qual o objetivo de gravação: Se profissional ou amador.
  2. Custo Benefício: Qualidade versus preço
  3. Tipo da conexão: PCI, FIREWIRE ou USB

Geralmente as placas mais profissionais são firewire e também são as mais caras, mas as outras conexões também oferecem uma qualidade profissional. Se você pretende usar a placa no seu notebook, terá de optar pelas externas, que oferecem conexões Firewire ou USB.
Cada item acima depende diretamente um do outro, por isso todo cuidado é pouco na escolha pois pode-se perder dinheiro, comprando algo barato que não atenda as suas necessidades ou algo caro super dimensionado para o seu uso.

O som é energia acústica produzida por vibrações, que se propagam como onda e precisam de um meio para se mover. Uma onda sonora se repete ciclicamente num espaço de tempo e estes ciclos de onda são medidos em um segundo, o que chamamos de Hertz (ciclos/s=Hz).

As frequências audíveis ao ouvido humano são as compreendidas entre 20Hz e 20.000Hz (ou 20KHz). Quanto menos se repete num segundo, mais baixas são as frequências e quanto mais se repetem, mais altas. Daí o conceito de frequências baixas (graves , LOW), médias (MID) e altas (agudas , HIGH).

O som que normalmente escutamos, seja de uma voz ou de um instrumento, vem sempre acompanhado de um conjunto de frequências. Como diferenciamos um lá3 de um piano de um lá3 de uma flauta? Ambos estão emitindo o mesmo lá3 que é 440Hz! Toda frequência fundamental (como o exemplo do lá3=440Hz) vem acompanhada de seus múltiplos (chamados de harmônicos) e os instrumentos, pelas suas características, têm diferentes capacidades de emitir seus harmônicos.

Por: Felipe Louro Figueira.

CREA-RJ: 2014109133